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| Lançamento do livro “A PRINCESA DO CORGO” Decorreu no dia 24 de Junho de 2009, no Museu da Vila Velha, em Vila Real, o lançamento da obra “A Princesa do Corgo”, da autoria de Emílio Miranda, Sargento-ajudante do Exército Português e nosso associado. Estiveram presentes no evento familiares, amigos e demais interessados. De destacar a presença do Presidente da Câmara de Vila Real – Engº. Manuel Martins, responsável também pelo pelouro da Cultura da cidade, e do Escritor Transmontano e Vila-realense - António Manuel Pires Cabral, já agraciado com o prémio D. Dinis e Director do Grémio Literário Vila-realense. A obra narra os primeiros anos da fundação de Vila Real, mandada construir por D. Dinis, sobre o outeiro onde foi, em 20 de Maio de 2008, inaugurado, precisamente o Museu da Vila Velha, alusivo à história da fundação da cidade, a visitar. |
| Sinopse El-Rei Dom Dinis, redige a 04 de Janeiro de 1289 aquele que haveria de ser o primeiro passo para a criação da nova Póvoa, assente agora sobre um cabeço ou outeiro, onde o Corgo e o Cabril se encontram.
Recriando um mundo, a partir do granito de que são feitas as encostas do outeiro, onde a cidade assenta, e daquele que provem das ruínas que jazem em torno do Santuário de Panóias de antiga grandiosidade em toda a Península, o autor leva-nos a um tempo esquecido, pleno de mistérios e enigmas. É esse tempo, que nos retrata com mestria, um mundo tão real ou irreal que será possível reconhecer nele se não personagens com que nos cruzamos na vida, pelo menos algumas que nos povoam os sonhos… ou os pesadelos: Simão da Cruz, um jovem pedreiro, fugido por um crime cometido em Guimarães, Maria da Conceição que na companhia do pai e dos irmãos, abandona pela calada da noite, a terra incógnita e ingrata onde nasceu, para buscarem nestas terras recônditas de Trás-os-Montes uma vida melhor. Ou ainda Manuel Mestre-de-Obras que constrói os muros da vila, Zacarias o prestamista, a quem muitos devem e de quem poucos gostam, e Adosinda, a Bruxa do Corgo vista pela maioria com desconfiança, e tantos outros, todos vigiados pelo tolo de nome Robalo, personagem mais do que todas enigmática e que nos surpreende a cada página. A história de um fidalgo que tudo faz para que a cidade não vingue, em oposição ao esforço de um povo que luta pela sua edificação.
No final, o desenlace surpreendente das tramas que a vida tece… e que, até a nós leitores, apanha desprevenidos. Este livro belo e cheio de sabedoria está repleto de verdades escondidas. Um romance histórico fascinante como há muito não aparecia nos escaparates nacionais. |
 | Biografia do autor: Emílio Gouveia Miranda nasceu em Luanda, Angola, a 28 de Março de 1966. Em 1975, em resultado da guerra colonial, vem para o norte de Portugal, de onde os pais são originários.
Durante o resto da sua adolescência reside em Vila Real, onde começa a escrever os primeiros textos que compõem esta obra, em 1986, pouco antes de iniciar o serviço militar, cuja carreira vem a seguir, ao ingressar em 1988 no 17º Curso de Formação de Sargentos. Apaixonado pela História e pelo mundo medieval, de que esta obra é exemplo, além de «A Princesa do Corgo» já terminou o seu próximo romance a publicar: «Teppô-Ki – O Livro dos Mosquetes», que narra, desta feita, a chegada dos portugueses ao Japão e o consequente fascínio suscitado pelas armas de fogo, à data desconhecidas pelos japoneses. Tem ainda em fase de conclusão uma obra de ficção, de cariz juvenil, alusiva aos 200 Anos das Linhas de Torres Vedras que, tal como a anterior, deverá ser publicada em 2010, ano em que se celebra a importância histórica deste conjunto de estruturas mandadas construir para impedir o avanço dos franceses sobre Lisboa. Emílio Miranda presta serviço na Companhia de Transmissões do Campo Militar de Santa Margarida desde 1990, sendo actualmente Adjunto do Comandante de Companhia. Reside em Vila Nova da Barquinha. http://www.emiliomiranda.com/ | |
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